Vitrine do samba

Mocidade Alegre do B. do Pedregulho – História


Publicado em 1 dez 2013

MOCIDADE ALEGRE DO BAIRRO DO PEDREGULHO 2014

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FICHA TÉCNICA

Data de Fundação: 17 de novembro de 1974
Cores: Azul, Vermelho e Branco
Quadra Social: Rua Prof. Virgilio Vieira dos Santos, 300 – Pedregulho

DIRETORIA

Presidente: Sérgio Gonçalves
Secretário Financeiro: Rogério Carlos Ruzzene
Secretária: Vanilza Machado
Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira: Pirulito e Jordânia
Mestres de Bateria: Leco Monteiro e Luiz Maquinista

ENREDO

“COM BAILAR DAS DANÇAS O FREVO ME ENCANTA”
Diretor de Carnaval e Carnavalesco: Dinho

SAMBA DE ENREDO

Coordenação musical: Dunga do Cavaco e Tilica do Pel
Compositores: Perninha, Fabio Destino, Benê, Robinho do Cavaco e Naldinho
Intérprete: Ronaldo Yllê

Chegou “alegre” a desfilar
Vai te embalar
Nessa folia ninguém vai ficar parado
Em Recife o bailar a revelar
Samba e frevo juntos de passo marcado
Maracatu no colorido reluziu
Sagrado e profano coroaram meu Brasil
No “atabaque” a batida a reviver
Guerreiro vem pra “Dança” é Maculelê

Eu e você no maxixe, um “fervo” só
Vem que o “choro” é livre e hoje tem “forrobodó”
Tem “tango brasileiro” na gafieira
Invade a alma o corpo todo incendeia

Sentiu, viveu, amou
A dança é o gesto do “poeta da expressão”
A capoeira de Angola inflamou
“O sonho negro” de libertação
Regeu, cresceu, criou
Frevo de rua bloco e canção
Do “trio” ao galo da madrugada eu vou
Sambar com meu amor
Azul vermelho e branco é meu coração
A passarela a céu aberto é salão

A Mocidade levanta poeira
No gingado do frevo é só sedução
Comunidade valente guerreira
Um “fervo” nos pés e sombrinha na mão

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HISTÓRIA DA MOCIDADE ALEGRE DO BAIRRO DO PEDREGULHO

Fonte: antigo site da OESG (fora do ar)

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O ano era de 1974. Esta época histórica seria posteriormente considerada, pelas futuras gerações, como o período mais fértil para o desenvolvimento e aprimoramento dos gêneros culturais do Brasil.

Apesar da atmosfera ditatorial, principalmente através do Decreto AI-5 e pela censura imposta pelos militares, os primeiros anos da década de 70 viram nascer músicas antológicas, cinema nacional de qualidade e autores que seriam, mais tarde, reconhecidos até mesmo pela rígida crítica européia.

Nessa época, “Joãozinho Trinta”, um jovem pernambucano criativo e irreverente, desembarcava com muito entusiasmo no Rio de Janeiro, a capital do Carnaval e das tradicionais Escolas de Samba. Em pouco tempo, revolucionou a própria concepção de desfiles carnavalescos, dinamizando a principal festa popular do país.

Em Guaratinguetá, o ano de 1974 também seria o de fundação da Associação Recreativa Escola de Samba “MOCIDADE ALEGRE”, sediada no maior bairro da cidade, o Pedregulho. Apesar de suas atividades terem início em 17 de Novembro de 1974, oficialmente, consta-se a data de 21 de Abril de 1977 para efeitos meramente legais.

Os jovens Orestes Batista, Jorge Batista, Hugo do Prado, Urbano do Prado e André Francisco, que constituíam um grupo organizado e descontraído de amigos, idealizaram e fundaram a Escola de Samba da comunidade, com as cores azul, vermelho e branco.

No imaginário coletivo desses homens e de todos os abnegados da Mocidade Alegre, a imagem recorrente é da vitória, em 1992. Uma dupla vitória que tem um “gostinho” mais saboroso: uma inesquecível conquista carnavalesca e jurídica.

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