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	<title>Jongo &#8211; Rota do Samba</title>
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	<description>Portal de noticias sobre samba e carnaval de Guaratinguetá, São Paulo e Rio de Janeiro</description>
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		<title>Danças irmãs: o Jongo e o Caxambu se complementam e terão encontro ancestral neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 22:10:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Encontro de Jongo da Serrinha e Caxambu do Salgueiro marca a resistência das duas comunidades mais antigas destes patrimônios culturais brasileiros Marcado como território de umas das maiores Escolas de Samba do Rio de Janeiro, o morro do Salgueiro, localizado na Tijuca, zona norte carioca, abriga outras tradições culturais da conexão África e Brasil. E neste fim de semana (16 e 17 de novembro), o Caxambu do Salgueiro recebe o Jongo da Serrinha para realização do projeto Encontro de Jongueiros, que acontece desde o início deste ano com a integração de comunidades jongueiras por todo território nacional. O projeto foi tirado do papel e esse intercâmbio entre as comunidades, que tem o Jongo como matriz cultural e social, já está na sua reta final. A primeira comunidade visitada foi o Quilombo de Santa Rita do Bracuí, seguida de Miracema, Quissamã, Pádua, Arrozal e Mambucaba. O projeto se encerra no dia 01 de dezembro de 2024, com todas as comunidades jongueiras reunidas na Serrinha para a grande festa de reinauguração da Casa do Jongo. &#160;“O objetivo principal do projeto é que futuramente haja uma rotina periódica destas visitas para o fortalecimento político, social e cultural destas localidades que apresentam, cada uma, suas particularidades conforme o contexto que vivem. Vamos começar a nível estadual e futuramente queremos desbravar o Brasil e o mundo, chegando em Angola, local onde o Jongo teve origem”, conta Ivo Mendes, herdeiro da matriarca da Casa do Jongo, a saudosa Tia Maria. O Coordenador Executivo do Caxambu do Salgueiro, Emerson Menezes conta que o Caxambu é o “avô” do samba e que a sua história é enlaçada a do morro tijucano. “Nós somos um dos primeiros quilombos urbanos do Rio, de famílias majoritariamente pretas. Temos o privilégio de ter ancestrais ainda vivos como a tia Dorinha, nascida e criada na comunidade, hoje com 97 anos que conta para a nova geração como funcionava o Caxambu antigamente, onde as crianças nem podiam participar. É uma maneira de mantermos vivo esse Patrimônio Cultura Imaterial do Rio”, encerra. Além deste debate, haverá também contação de histórias, um projeto literário que foi inserido nestas visitas para enriquecer a experiência ancestral e cultural das crianças e jovens, feita pelos mais velhos, que irão trazer seus conhecimentos e de seus antepassados para explicarem toda a trajetória cultural do Jongo até os dias atuais. “Esse projeto mostra o quão próximos nós somos apesar da distância. Aprender com a vivencia de cada comunidade é o que nos faz resistir e manter pulsante a cultura jongueira. As histórias que ouvimos dos mais velhos nos estimulam a dar continuidade na nossa luta”, finaliza Emerson Menezes. Créditos das fotos: Divulgação Jongo da Serrinha]]></description>
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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ea8d5315de475ad803b13598b5582d38"><em>Encontro de Jongo da Serrinha e Caxambu do Salgueiro marca a resistência das duas comunidades mais antigas destes patrimônios culturais brasileiros</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dca7e1cb95ef52d7895002485c9e95b4">Marcado como território de umas das maiores Escolas de Samba do Rio de Janeiro, o morro do Salgueiro, localizado na Tijuca, zona norte carioca, abriga outras tradições culturais da conexão África e Brasil. E neste fim de semana (16 e 17 de novembro), o Caxambu do Salgueiro recebe o Jongo da Serrinha para realização do projeto Encontro de Jongueiros, que acontece desde o início deste ano com a integração de comunidades jongueiras por todo território nacional.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5207129790a4f9534cc0dfe22cce9064">O projeto foi tirado do papel e esse intercâmbio entre as comunidades, que tem o Jongo como matriz cultural e social, já está na sua reta final. A primeira comunidade visitada foi o Quilombo de Santa Rita do Bracuí, seguida de Miracema, Quissamã, Pádua, Arrozal e Mambucaba. O projeto se encerra no dia 01 de dezembro de 2024, com todas as comunidades jongueiras reunidas na Serrinha para a grande festa de reinauguração da Casa do Jongo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-40b8d5022dccecf6bc9324f49bb90e3a">&nbsp;“<em>O objetivo principal do projeto é que futuramente haja uma rotina periódica destas visitas para o fortalecimento político, social e cultural destas localidades que apresentam, cada uma, suas particularidades conforme o contexto que vivem. Vamos começar a nível estadual e futuramente queremos desbravar o Brasil e o mundo, chegando em Angola, local onde o Jongo teve origem</em>”, conta Ivo Mendes, herdeiro da matriarca da Casa do Jongo, a saudosa Tia Maria.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-56dccfd257105d55fc0ceb13cba979c3">O Coordenador Executivo do Caxambu do Salgueiro, Emerson Menezes conta que o Caxambu é o “avô” do samba e que a sua história é enlaçada a do morro tijucano. “<em>Nós somos um dos primeiros quilombos urbanos do Rio, de famílias majoritariamente pretas. Temos o privilégio de ter ancestrais ainda vivos como a tia Dorinha, nascida e criada na comunidade, hoje com 97 anos que conta para a nova geração como funcionava o Caxambu antigamente, onde as crianças nem podiam participar. É uma maneira de mantermos vivo esse Patrimônio Cultura Imaterial do Rio”,</em> encerra.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-958f53ca5baf85cf081689712c6bc4a5">Além deste debate, haverá também contação de histórias, um projeto literário que foi inserido nestas visitas para enriquecer a experiência ancestral e cultural das crianças e jovens, feita pelos mais velhos, que irão trazer seus conhecimentos e de seus antepassados para explicarem toda a trajetória cultural do Jongo até os dias atuais.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8a18ebc2518ad702bf0a4337bcdb4f53"><em>“Esse projeto mostra o quão próximos nós somos apesar da distância. Aprender com a vivencia de cada comunidade é o que nos faz resistir e manter pulsante a cultura jongueira. As histórias que ouvimos dos mais velhos nos estimulam a dar continuidade na nossa luta”,</em> finaliza Emerson Menezes.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4e51bf89459052bf85ff2183a02303c3"><strong>Créditos das fotos: Divulgação Jongo da Serrinha</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="480" src="https://www.rotadosamba.com/wp-content/uploads/2024/11/Caxambu.jpeg" alt="" class="wp-image-3386" srcset="https://rotadosamba.com/wp-content/uploads/2024/11/Caxambu.jpeg 640w, https://rotadosamba.com/wp-content/uploads/2024/11/Caxambu-300x225.jpeg 300w, https://rotadosamba.com/wp-content/uploads/2024/11/Caxambu-400x300.jpeg 400w, https://rotadosamba.com/wp-content/uploads/2024/11/Caxambu-310x233.jpeg 310w, https://rotadosamba.com/wp-content/uploads/2024/11/Caxambu-140x105.jpeg 140w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
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