Vitrine do samba

2013 – Arame do Ricardo – Sinopse


Publicado em 28 jan 2013

ARAME DE RICARDO

SINOPSE 2013

ARAME DO RICARDO brasao

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Com o enredo “Do meu Nordeste ao seu Agreste, hoje sou cabra da peste”, de autoria e desenvolvimento do carnavalesco Ney Junior, o G.R.E.S. Arame de Ricardo entregou no dia 4 de setembro, a sinopse a seus compositores.

Com data ainda a definir, a escola de Ricardo de Albuquerque lançará seu enredo em um evento para sua comunidade.

Com um tom bem humorado, a Arame de Ricardo abre o seu espetáculo retratando as principais manifestações culturais do nosso Nordeste Brasileiro.

Confira na integra a Sinopse:

Meu nordeste de tantos climas e cores, vidas e dores.

Meu nordeste que tudo dá, em terra fértil, em terra onde nada se planta.

Nosso nordeste de contrastes e culturas muito próximas, distintas apenas por sua mudança e versatilidade.

Ah meu nordeste, como é bom cantá-lo.

Cantar em verso e prosa, onde minhas lendas ganham força.

O que falar da grande Ana Jansen, uma temida dona de escravos, perigosa, terrivelmente maldosa. Não a faça mal, pois quando acordar, esqueleto virará.

Isso sim é grande festa, onde o terror não há.

Venha conosco nesse ritmo, é a quadrilha ganhando o Arraiá.

Mocinha e mocinho em belíssimo bailar, os noivos a casar com o padre a abençoar.

Dos grandes negros a procissão, é o louvor a uma santa, é o Rei do Maracatu. Uma festa de graça, estilo e que arrasta multidões.

Na cidade de Flores nasce uma nova conquista se perdendo de vista.

O Frevo sai do vulto e ganha espaço em Pernambuco.

Mistura de formas e dança, o ritmo forte contagia, a garotada cheia de energia.

Chegamos então aos tambores, onde os cantos ecoam, em uma África viva.

Mistura de arte e tradição, passos marcados e ginga na mão, a Capoeira ganha a maioria, onde todos se encontram, com extrema harmonia.

Enfim, a Lavagem do Senhor do Bonfim, onde Oxalá abençoa, um grande ritmo entoa.

Xangô, Iansã e Oxum. Orixás festejam, a grande cerimônia da vida.

Eles descem a terra para abençoar, saldar, mostrar a sua fé e nos dar o seu Axé.

Nordeste de letras e contos, o Cordel está presente em um livro de histórias.

O Quilombo, o Reisado e a Folia de Reis, em plena praça pública, na maioria das vezes, trazidas pelos Portugueses.

Chegando ao Carnaval, a festa mais popular a cultura que virá. São blocos e sorrisos pelo ar, em energia e vibração, um grande reino fundirá.

Até a festa do Boi, onde eles brincam e disputam o reinado da cidade, como na maioridade. É o grande Bumba meu Boi, saldando a farra dos dois, onde só um vai conquistar.

E assim se faz o nordeste, de símbolos e artes latentes, onde a casa é poente, a sempre um sol a brilhar.

Nossa grande homenagem ao monumento, Luiz Gonzaga em um momento, o Arame a cantar. De “Asa Branca” um movimento, de um menino, um complemento, a um mundo inteiro encantar.

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